Depois da ressurreição de Jesus, os fariseus perceberam que sofreram uma derrota e já não são capazes interromper o movimento pelo Reino de Deus. Mas, se é impossível interromper o movimento, há-de poder-se decompô-lo por dentro, liderá-lo e dirigi-lo na direcção oposta.

Para este fim, no Evangelho foram inseridas as falsas asserções que bloqueavam as ideias chave, destorciam a sequência e o carácter dos eventos evangélicos.

Para essa falsificação foram parcialmente usados os textos de uma seita judaica de Jerusalém, os ebionitas. A distribuição em massa dos “evangelhos acrescentados” começou em Alexandria do Egipto, onde naquele tempo viveu a diáspora judaica mais numerosa no Imperio Romano.

Ajuizando pelo texto dos “evangelhos acrescentados”, os autores das falsificações foram, de facto, os fariseus. Eles tinham dois objectivos:

  1. Apresentar os judeus como um povo exclusivo, eleito, o escolhido por Deus. Todos deveriam, portanto, ser pacientes com ele e não o perturbar;
  2. Accionar o mecanismo de autodestruição para aqueles que acreditassem nas suas falsificações. Lembramos que levar o adversário à autodestruição é um objectivo fundamental da guerra informativa.

Para alcançar os objectivos descritos, foi utilizado o método habitual, verificado e lapidar de reversão descarada da verdade, que os judeus designam com a palavra “chutzpah”, e a que Jesus chamou: o insulto contra o Espirito Santo.

A força desta arma informativa baseia-se na mais incrível e descarada mentira; tão descarada e ousada, que ultrapassa todas margens da imaginação de qualquer ser humano, paralisando o seu pensamento. A pessoa que tem consciência, não consegue simplesmente acreditar que tal uma mentira possa existir.

O Chutzpah é sempre um escárnio sobre as possibilidades intelectuais do adversário. Os chutzpistas começam a ganhar quando os seus flagrantes disparates são levados a sério, ou mesmo quando são cuidadosamente analisados em busca de uma eventual sabedoria oculta. Isto confere ao chutzpista um sentimento de superioridade sobre todos esses “burros” e “burras”.

Para melhor compreender a apresentação subsequente, temos de partir de uma definição informal de chutzpah:

“Surpreendentemente, esta palavra judaica é, na América, muito comum. Um homem sábio explicou me o que significa. Dizer que chutzpah é uma insolência (assim ele mo explicava) significa dizer quase nada. A insolência deve ser tamanha que os olhos da outra pessoa, que escuta a tua chutzpah, não passam simplesmente para a testa, mas saltam, sim, das suas órbitas, para a mãe do próprio diabo” (Mikhail Vershovsky. E outro globo, não tem? – M.: Alpina Publisher, 2002. – Capítulo “Essa palavra doce “chutzpah”…”).

Por isso, o chutzpah é uma arma informativa de facto usada pelos fariseus contra o movimento pelo Reino de Deus.

PRÉ-HISTÓRIA

Já sabemos que a base dos livros canónicos de judaísmo foi escrita pela escola de Ezequiel em 6-5 A.C., a partir dos antigos textos sumérios, babilónios, egípcios e israelitas.

Mais tarde estes livros foram repetidamente editados e aumentados, incluindo o livro do profeta Isaías (Michael Grant. História de Israel antigo). Lá em nome de Isaías é profetizada a vitória do “povo escolhido por Deus” sobre os inimigos, isto é, sobre todos os não judeus: “Prostrando-se diante de ti, com o rosto por terra, lamberão o pó dos teus pés… Farei comer aos teus opressores as suas próprias carnes. Que se embriaguem com o seu próprio sangue, como se fosse vinho…” (Isaías 49.23-26).

Esta instrução satânica foi realizada pelos filhos do diabo durante o Holodomor do povo ucraniano, nos anos 1932-1933.

Todos conhecem isto. Mas só poucos sabem que esta profecia, absolutamente descarada, sobre o canibalismo foi inserida no conto evangélico sobre a celebração de Jesus Cresto com os apóstolos da festa do Ano Novo, no dia 22 de Março de 31, em Jerusalém.

A REVERSÃO

Neste caso, a palavra “descarada” é demasiado suave e não é capaz a transmitir plenamente o cinismo daquela blasfémia, que os filhos do diabo tinham realizado. Pensem só: um ritual ariano sagrado de fraternidade foi transformado num ritual de canibalismo!

Para começar foi feita grande e nebulosa inserção ao Evangelho segundo S. João 6.22-59, que acaba com as palavras: “Se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu hei-de ressuscita-lo no último dia, porque a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue, uma verdadeira bebida. Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue fica a morar em mim e Eu nele…”.

Isto foi uma negação completa do simbolismo ariano do pão e da água, um golpe brutal na a proibição profunda, arquetípica, absoluta, do canibalismo, ainda que sob uma forma metafórica. O canibalismo ritual existe até hoje entre uma parte das tribos negróides. Ao contrário dos europeus, nos negróides e noutras comunidades arcaicas, o tabu sobre comer carne humana é significativamente mais fraco. Nos textos arianos sagrados o tema do canibalismo não existe; ao invés, as metáforas sobre comer carne humana são habituais nos textos judaicos (Levítico 26.29, Deuteronómio 28.53, Jeremias 19.9, Ezequiel 16.20, Isaías 9.19-20, Baruc 2.3, etc.).

Para explicar a sua doutrina, Jesus usou sempre as imagens e metáforas naturais, orgânicas, claras, bem perceptíveis pelas pessoas. O que ali temos é, portanto, uma inversão absoluta: choque, antinatural(?), repugnância, protesto. Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna…” – isto é uma zombaria satânica dos seguidores de Cristo.

Em seguida, foi feita uma inserção na descrição da Última Ceia. Vemos como ela surge no Evangelho segundo S. Mateus 26.26-30: “Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: Tomai, comei: Isto é o meu corpo. Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho, dizendo: Bebei dele todos. Porque este é o meu sangue, sangue da Aliança, que vai ser derramado por muitos, para perdão dos pecados”.

A inserção reproduz a imagética judaica antiga sobre o pecado, como algo de tangível, que pode ser mecanicamente retirado de um e passado para outro. A encarnação prática desta imagética foi uma antiga tradição judaica que, na festa da purificação, oferece o “bode para o sacrifício”, no qual o sacerdote solenemente colocava os pecados de todo o povo, segundo “Lei de Moisés”: “O bode levará sobre si todas as iniquidades deles” (Levítico 16.22).

A IMOLAÇÃO

Realizada por fariseus, a diversão informativa conduziu a poderosas consequências destrutivas, porque ela foi introduzida na liturgia judaico-cristã e gradualmente a sua prática generalizou-se. Lembramos que a liturgia é uma missa. Nas igrejas de tradição oriental a liturgia principal é “Liturgia de S. João Crisóstomo”.

Segundo a doutrina da igreja, a base da liturgia é a imolação de Jesus Cristo. “Quando vais à missa… lembra-te que vais à Gólgota, para juntar-te com a Virgem Maria e S. João por baixo da cruz, onde está a morrer para ti o Filho de Deus, Jesus” (Livro de oração «Отче наш». – Ужгород: Карпати, 1992. – С. 149).

A liturgia começa com as palavras: “Sejas abençoado pelo Senhor de Sião, e verás as prosperidades de Jerusalém para todos os dias da tua vida, agora e para sempre” (Liturgia de S. João Crisóstomo). Senhor de Sião é o Jeová, o tribal deus-egrégio dos judeus.

Para a imolação faz-se um pão especial – prosphora – com inscrição IC-XC (Jesus Cristo), que por meio de uma sequência bem regulamentada de manipulações e orações, onde se recordam os eventos do nascimento e da vida de Jesus Cristo, se transforma na imagem informativa dele (o tal “duplo”).

“Depois o padre vira o pão proferindo as palavras: Um dos soldados traspassou-lhe o peito…” (О. Андрій Павлишин, ЧСВВ. Літургією крок за кроком).

Assim se realiza o homicídio ritual de Jesus Cristo. Para trespassar (homicídio ritual), usa-se uma faca especial, chamada “copié”.

O “copié” é uma faca ritual de dois gumes para a imolação de Jesus Cresto.


Depois da imolação os padres e os fiéis comem “carne e sangue” do assassinado. 

Sobre a ressurreição na Liturgia nada é nada dito, pois se a “carne” comeram, então nada sobrou para ressuscitar.

Em geral, a liturgia judaico-cristã é modelada pelos antigos rituais judaicos, onde se sacrificavam a Jeová os animais mortos. Estas imolações tinham lugar nos tempos da existência do templo de Jerusalém, ou seja antes do ano 70 D.C. Também foram adicionados à liturgia os rituais judaicos, que se realizaram mais tarde, depois da destruição de Jerusalém, em especial, a “Liturgia da palavra” judaico-cristã: “tomaram dos judeus a ordem da sua celebração em sinagoga” (О. Андрей Павлишин, ЧСВВ. Літургією крок за кроком).

Ao contrário das sangrentas imolações judaicas, aqui, em vez de matar animais, matam a imagem informativa de Jesus Cristo e chamam-lhe o agnus. Portanto, os judaico-cristãos chamam à sua liturgia - “a doação incruenta” e acreditam que esta forma de imolação é mais perfeita. Na sua convenção, o homicídio e a imolação de Jesus Cristo são mais agradáveis para Jeová do que matar animais.

A MAGIA NEGRA      

Que significa tudo? Trata-se obviamente de um ritual típico da magia negra. Os rituais deste tipo existem para causar o sofrimento da pessoa, ou seja, a sua morte. O mesmo efeito destrutivo é conseguido pelas manipulações informativas da imagem da pessoa.

Assim, em práticas mágicas Woo-Doo usa-se para tal fim uma boneca, que simboliza o objecto de agressão energética. “A boneca Woo-Doo” em resultado dum ritual especial deverá estabelecer uma ligação psico-energética com a pessoa indicada. Para estabelecer essa ligação, a boneca integra-se no pensamento sobre a pessoa, a cuja imagem corresponde. Para isso, fornecem-se as características próprias da pessoa e escreve-se o seu nome. Em estrita conformidade com esta prática no momento de “consagração do agnus” lembram-se os eventos da vida de Jesus Cristo e na prosphora-boneca escreve-se o Seu nome.

Depois do estabelecimento da ligação, graças à lei de semelhança, o dono da boneca obtém a possibilidade de afectar a pessoa assim simbolizada. Frequentemente isto realiza-se através da perfuração com as agulhas rituais. Alcança-se desse modo a destruição do espaço energético da pessoa ou as suas funções principais. Durante a liturgia, a perfuração da boneca faz-se com a faca de dois gumes, acima descrita, o “copié”.

Então, o aperfeiçoamento da “doação incruenta”, em relação aos rituais sangrentos, consiste no facto, de as arcaicas imolações judaicas serem acrescidas do ritual da magia negra, direccionada contra Jesus Cristo.

A procedência directa desta liturgia dos rituais judaicos explica a razão pela qual nela existem numerosas orações a favor de judaísmo. Por exemplo: “Pela tua bondade, trata bem o Sião; reconstrói os muros de Jerusalém. Então aceitarás com agrado os sacrifícios devidos, os holocaustos e as ofertas; então serão oferecidos novilhos no teu altar” (Salmo 50.20-21, Літургією крок за кроком).

Lembramos que a destruição de Jerusalém aconteceu, segundo a profecia de Jesus Cristo, apontando que a cidade seria destruída pelos seus pecados: “Ele respondeu: Virá o dia em que, de tudo isto que estais a contemplar, não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído… porque haverá uma terrível angústia no país e um castigo contra este povo” (S. Lucas 21.6, 23).

Estas duas citações constituem duas visões opostas sobre o destino de Jerusalém.

DENOVO CHUTZPAH, A REVERÇÂO INSOLENTE  

Esta liturgia judaico-cristã tem o nome de São João Crisóstomo. Mas é evidente, que ele pertencia à escola teológica ariana de Antioquia. Por isso estava na posição oposta e de modo algum poderia ser o autor de tal liturgia.

Outro dado. Nesta liturgia foram usados os fragmentos das orações e celebrações tradicionais do arianismo, ordenados por Crisóstomo. Em particular, as Antífonas: os cânticos executados por duas partes do coro, interagindo uma com a outra. Como se sabe, as Antífonas foram introduzidas na prática do serviço divino pelo patriarca Inácio de Antioquia (~35 - ~117).

Se não era João Crisóstomo o autor da liturgia, de onde surgiu ela, então? Não é difícil adivinhar que a liturgia da “doação incruenta” vem de Alexandria do Egipto, onde aconteceu a concepção holística de judaico-cristianismo.

Como sabemos, o judaico-cristianismo começou numa seita judaica, os ebionitas (mendigos, pobres, miseráveis), que apareceu em Jerusalém depois da ressurreição de Jesus Cristo.

Por isso, esta liturgia une a tradicional ideia judaica de homicídio-imolação, com os irritantes e indigentes pedidos de Jeová relativamente aos diversos benefícios vitais.

Então, porquê João Crisóstomo? O nome deste santo ariano, de grande autoridade, foi insolentemente usado para dar à liturgia judaico-cristã um estatuto de autoridade incondicional. Lembramos que São João Crisóstomo (347-407) pertencia à escola teológica de Antioquia e era o fundador da patriarquia de Constantinopla. Pela sua dura posição ariana, os alexandrinos odiavam João, teceram contra ele as suas intrigas e perseguiam-no. Quando ele morreu, o patriarca de Alexandria, Cirilo, no seu jeito brutal, disse: “ O João é um santo assim, como o Judas Iscariotes era um apóstolo” (Мейендорф Иоанн, Введение в святоотеческое богословие. Часть 2, глава 10).

Como assim? Quando vivo, odiavam-no e perseguiam-no, e depois recorreram ao seu nome para designar a sua principal imolação… Isto não é apenas parasitismo da autoridade de outra pessoa, isto é CHUTZPAH, a reversão insolente da verdade, porque atribuíram a João Crisóstomo precisamente aquilo a que ele acima de tudo se opunha.

Para melhor entender o que está a acontecer, é preciso primeiro analisar o caso.

O QUE É A DOAÇÂO

Na base de doação está o conceito de uma oferta. Se a pessoa gosta de um presente recebido, nela surgirá o sentimento de gratidão e o desejo natural de doar um presente em retorno.

As oferendas podem fazer-se não apenas a pessoas ou a comunidades, mas também aos bancos psico-energéticos, às egrégoras.

Na realidade, a doação é uma maneira de conectividade com a energia da egrégora. Quanto maior e mais pura é a egrégora, tanto maior e mais pura deve ser a doação.

Para conectar com as egrégoras altas e luminosas, a doação deve ser absolutamente desinteressada, cheia de amor, de pensamentos puros, de emoções positivas, de sentimento de paz santa, de elevação espiritual. A doação pura é direccionada para a afirmação da vida, para o desenvolvimento evolutivo da pessoa e de todo o mundo. Se a doação alcança os seus objectivos, nomeadamente agradando às forças luminosas, o seu doador obterá a saúde, a vitalidade, a sabedoria superior, o sucesso do seu negócio.

Para conectar com as egrégoras baixas, satânicas são necessárias as emoções negativas: o medo, o sofrimento, a ansiedade. O gerador mais potente destas emoções é a execução do homicídio ritual de animal ou de pessoa.

O que retribui a conectividade com egrégoras escuras ao  respectivo doador? Nada de positivo. Elas só torturam a pessoa, sugam dela a energia vital, lançando-a no Espaço de sofrimento. Portanto, a pessoa que faz essa doação, não sabe o que faz. Ela fica desprovida de vontade própria, torna-se escrava das egrégoras escuras que a parasitam. Isto explica por que motivo são impossíveis as discussões com os satanistas: permanecendo na dependência completa das egrégoras parasitas, eles não são capazes de pensar logicamente, de distinguir a mentira da verdade, o bem do mal. Discutir com o satanista é mesma coisa, que discutir com um zumbi.

A religião ariana é Vidy, quer dizer, sabedoria. Portanto, os rituais arianos não levam aos preconceitos e a acções não adequadas. Para prestar favor aos luminosos deuses arianos, os ários realizam a bênção própria e preenchem o espaço circundante com os seus pensamentos puros, com as suas canções maravilhosas, com a beleza dos vestidos e dos utensílios domésticos, com o espaço arrumado, com as acções nobres, com tudo que causa a alegria e leva ao desenvolvimento, ao aperfeiçoamento, à afirmação da vida. Assim mesmo é a doação real, primária e verdadeira, a doação pura ariana, a que ama o Universo e o seu Criador, assim é a vida divina do ário e assim o seu ardor criativo.

Do lado oposto estão os cultos satânicos, orientados para o estabelecimento de ligação com as egrégoras escuras. Para eles são inerentes os homicídios brutais dos animais e das pessoas, os rituais sem sentido e confusos. O nível mais baixo de queda no inferno terrestre é o canibalismo ritual.

QUEM GOSTA DA “DOAÇÃO INCRUENTA”

Pelo carácter da doação pode definir-se, a quem é ela dedicada e com que egrégora se liga o seu doador.

Que acontece na liturgia judaico-cristã?

  1. As emoções negativas: durante todo o evento geram-se as imagens das torturas, do sofrimento, da morte, que, exaustivamente repetidas, induzem emoções de tristeza, desespero, lamento, ansiedade e medo.
  2. A magia negra: executa-se o ritual de tortura e de homicídio da “boneca”, o qual, segundo as ideias dos seus autores, devia trazer o sofrimento a Jesus Cristo. Os sofrimentos são também causados a Nossa Senhora, porquanto o padre com a faca remove a criança do corpo dela: “A prosphora representa a Virgem Maria grávida, e o agnus (um pedaço quadrado de pão),  removido com a faca de prosphora, representa o corpo de Cristo e o próprio Cristo” (О. Андрей Павлишин, ЧСВВ. Літургією крок за кроком). Neste ritual satânico a criança nasce através de cesariana. A motivação importuna das mulheres modernas para dar à luz por essa maneira antinatural, pode já considerar-se como o ritual satânico não simbólico, mas bem real.
  3. O canibalismo ritual: o devorar simbólico do corpo da vítima torturada. O canibalismo ritual é a apoteose da liturgia e o culminar lógico de toda a actuação. Este devorar do corpo não deixa possibilidade alguma de ressurreição. De mesma maneira são comidos os restos da prosphora, que simbolizam Nossa Senhora.

Agora perguntamos, a quem pode agradar tal doação? Obviamente, não o Senhor Deus, o bom e o santo. Isto pode apenas agradar a uma egrégora mais baixa, mais suja e mais vil, chamada diabo ou satanás. Concretamente, toda a liturgia judaico-cristã é um ritual consumado de satanismo prático. Ela é doação a Jeová, o deus-egrégoro dos judeus antigos.

A COMUNHÃO

A comunhão significa a consciência de si mesmo como parte integrante de um todo. Durante da Última Ceia, Jesus Cristo efectuou um antigo ritual ariano de fraternidade, de unidade espiritual e de comunhão. Veja como o descreveram os evangelistas:

Depois de Judas ter saído, Jesus disse: Dou-vos um novo mandamentoque vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros Tenho ardentemente desejado comer esta Páscoa convosco, antes de padecer, pois digo-vos que já não a voltarei a comer até ela ter pleno cumprimento no Reino de Deus.

Jesus tomou o pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: Tomai, comei. Tomando uma taça, deu graças e disse: Tomai e reparti entre vós, pois digo-vos que não tornarei a beber do fruto da videira, até ao dia em que o beba, novo, no Reino de Deus. E entregou-lha, dizendo: Bebei dele todos, e todos beberam dele. E Ele disse-lhes: fazei isto em minha memória. Depois de cantarem os salmos, saíram para o Monte das Oliveiras” (S. Mateus 26.26-30, S. Marcos 14.22-26, S. Lucas 22.15-18, S. João 13.34-35).

Nestas poucas frases está concentrada muita informação:

  1. Este ritual é um mandamento de Jesus Cristo para os membros da nova sociedade espiritual: “Dou-vos um novo mandamento”.
  2. O sentido do ritual é a união fraterna tendo como base o amor mútuo e verdadeiro: “Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei”.
  3. O objectivo final do ritual é a passagem ao espaço de Reino de Deus: Pascoa (Passagem) “até ter pleno cumprimento no Reino de Deus” (os termos “O Espaço de vontade” e “o Reino de Deus” são sinónimos).
  4. Após dar graças ao Senhor Deus do Universo, o pão-korovai abençoa-se com a oração, parte-se e consome-se. Ao pão-korovai de Ano Novo chama-se “páscoa”, que significa “passagem”: o acabamento da faixa do ano velho e a passagem para o ano novo. Porquanto, o korovai simboliza os conhecimentos verdadeiros e exactos (rígidos), então o consumo dos pedaços de korovai holístico simboliza a união dos conhecimentos e a pertença ao conhecimento comum holístico.
  5. Após dar graças ao Senhor Deus do Universo, o fruto do vinho (sumo de uva recém-espremido) abençoa-se com a oração e é bebido por uma mesma taça por todos os participantes: “Bebeis dela todos”. Em conformidade com a tradição ariana, a taça passa em redor do círculo no sentido horário. O sumo fresco é uma bebida muito potente para a renovação do corpo e da energia da pessoa. O sumo fresco, pelas suas qualidades nutritivas, simboliza a força renascente do Espírito Santo, o qual permanente e imparavelmente traz para todo o planeta a energia vital pura e a informação verdadeira. A combinação de sumo vivo com o pão termicamente processado (morto) simboliza aquilo com que o espírito reanima as sabedorias eticamente neutrais, dirigindo-as para o bem e para a evolução da raça humana.
  6. O ritual de comunhão é acompanhado por canções alegres que glorificam O Senhor Deus do Universo e os filhos de Deus. Todo evento está repleto de emoções positivas, inspirando e adicionando o optimismo e o vigor para o aperfeiçoamento individual e colectivo.

Neste ritual tudo é lógico, bem percebido, natural, respeitando a tradição folclórica e o bom senso. O Mestre e os alunos unem-se espiritualmente, renovam-se (ressuscitam) e dirigem-se ao Espaço da vontade – ao Reino de Deus. Não há imolações, só o banquete festivo fraterno com as canções e a conversa eficaz. Por isso, nas igrejas mais antigas não havia altares, mas sim mesas grandes, como na igreja de Megiddo, perto de Nazaré.

A ANTICOMUNHÃO

Agora vamos a ver o que se passa durante da liturgia de “doação incruenta” judaico-cristã.

  1. A liturgia baseia-se nas inserções feitas no Evangelho pelos fariseus segundo profecia de Isaías: “E Eu (Jeová) farei comer aos teus opressores as suas próprias carnes. Que se embriaguem com o seu próprio sangue, como se fosse o vinho…” (Isaías 49.23-26).
  2. O sentido da liturgia é o homicídio e a imolação de Jesus Cristo pela culpa dos pecadores. Mesmo o conceito de imolação é considerado como acto de perda voluntária ou destruição: “A doação é a esmola voluntaria ou a destruição das coisas com o objectivo de exaltar Deus como o Senhor superior… Portanto, o Serviço Divino é uma doação, na qual se renova a crucificação de Jesus Cristo” (Католицький Народний Катехизм. Третя частина. – Жертва св. Літургії).
  3. O objectivo final do ritual é o devorar colectivo do corpo de Jesus Cristo sem a possibilidade da sua ressurreição. A liturgia termina precisamente com o padre a acabar de comer os restos do corpo e de beber o sangue.
  4. O corpo e o sangue são considerados não como metafóricos, mas como reais: “…o pão e o vinho tornam-se os verdadeiros Corpo e Sangue de Jesus Cristo, o que significa que, na imolação ao Deus Pai, se entrega o verdadeiro Deus vivo com o corpo, a alma e a Divindade” (Католицький Народний Катехизм. – Жертвоприношення). Os participantes da liturgia comem uma pessoa verdadeira, ou seja, realizam canibalismo.
  5. O canibalismo faz-se acompanhar do consumo de álcool, ou seja, da droga e do veneno: em conformidade estrita com as homilias de Isaías “Que se embriaguem com o seu próprio sangue, como se fosse vinho…” (Isaías 49.26). Porquê com o seu próprio sangue? Porque os cegos participantes do ritual satânico bebem o sangue do seu Mestre, do melhor representante da sua raça.
  6. Do ritual de canibalismo fazem parte directa todos os participantes da liturgia. Por isso lhes é recomendado rezar assim: “Oh, Meu Caríssimo Pai do Ceu, sacrifico-Te o Teu Filho amado no trono, a Sua paixão e morte, para Tu teres clemência de mim… O sacrifício de Santo Sangue capaz pedir perdão de Deus enfurecido” (Католицький Народний Катехизм. – Побожність під час святої Літургії). Evidentemente, a imolação doada a Jeová, sobre quem é dito: “O Senhor é um zeloso e vingador. O Senhor é um vingador irascível…” (Naum 1.2). Em troca pede-se que, o poderoso, o amoroso, o santo e o clemente Criador do Universo, não se enfureça com ninguém.

Tudo descrito nesta Liturgia é anti-natural, chocante e repugnante. Enquanto no ritual de comunhão ariana é todo o inverso, aqui os alunos matam o seu mestre e comem-no, entregando desta maneira a doação ao diabo por causa da ilusão de remissão dos pecados próprios.

Isto explica por que razão é entre os paroquianos abruptamente elevada a concentração dos doentes e desgraçados; e também porque o maior grupo de risco é o dos sacerdotes. O pior é que a maioria dos clérigos são escravos zumbi do diabo, incapazes de pensar independentemente. A participação nos rituais satânicos leva à autodestruição e rebaixa ao espaço do inferno terrestre. A gente envolvida neste satanismo perde a capacidade de auto-renovação, porque bloqueia a acção do Espírito Santo.

Por isso as igrejas judaico-cristãs não têm a faculdade do milagre. De acordo com Santo Ireneu de Lyon, elas não têm a Força Divina, por isso são definitivamente heréticas: “Porque eles (os heréticos) nem conseguem facultar aos cegos a visão, nem o ouvido aos surdos, nem expulsar os demónios, nem curar os doentes, nem renovar a boa saúde após doenças chegadas de fora”. A pertença à igreja verdadeira não se determina pela força de propaganda, mas pela presença da Força Divina que recupera a saúde da pessoa e a eleva ao espaço dos eventos harmónicos.

Hoje, no processo de satanismo estão envolvidos milhões de ucranianos: adultos, idosos e mesmo crianças. Eles permanecem em estado de embotamento espiritual, porque por conta própria estragam-se a si mesmos com álcool, tabaco e comida venenosa, destroem-se com mentira, medo, hipocrisia, inveja e dezenas outros vícios. E depois disso perguntam ingenuamente: Porque somos tão desgraçados?

Ao corpo e o sangue, que se rezam e consomem durante a liturgia, nas homilias judaico-cristãs, chamam abertamente “os mistérios terríveis de Cristo”. Isto significa que toda a acção litúrgica é horrível e esconde um terrível segredo.

Em que fica então o mistério, quando tudo está dito, aprofundado e aberto? O mistério é que, a toda liturgia e todo o judaico-cristianismo é mera chutzpah farisaica, uma mentira super insolente, um insulto contra o Espírito Santo.

O REI NU

O uso de chutzpah explica, por que motivo a liturgia judaico-cristã não é, hoje ainda, considerada como um acto aberto de satanismo. O facto é que para uma pessoa normal não pode sequer passar pela cabeça que neste mundo é possível uma blasfémia tão insolente e má. O princípio reitor é: se queres esconder algo seguramente, coloca-o num sítio bem visível. Desse modo, toda a informação acima indicada aparece detalhadamente esboçada nos sites da igreja.

A anti-religião que parece declarar a sua luta contra o satanismo é verdadeiramente, ela própria, um satanismo aberto. Lembrem-se de quando o ferreiro Vakula, com o saco às costas, visitou Patsiuk para pedir-lhe conselho sobre como encontrar o diabo. Engolindo o varenyk seguinte, Patsiuk disse: “Não deve ir ao longe aquele que tem o diabo às costas”. Porque o diabo estaca no próprio saco do ferreiro.

Por outro lado, tudo isto faz lembrar o conto sobre o rei nu, quando as pessoas acreditaram nos dois vigaristas e não nos seus próprios olhos. E isso porque aqueles dois atrevidos usaram a chutzpah: mostraram um sítio vazio, confiantemente afirmando tratar-se do tecido mágico que só não conseguem ver os tolos e os incapazes de desempenhar a função que ocupam. Eis aqui um fragmento de conto de Andersen “A roupa nova do Rei”:

- Não acha que é uma fazenda maravilhosa? – perguntaram os vigaristas mostrando e explicando um desenho imaginário e um colorido não menos fantástico, que ninguém conseguia ver.

- Sei que não sou tolo – pensava o cortesão; - mas se não vejo o tecido, é porque não devo ser capaz de exercer minha função à altura. Isso parece-me estranho. Mas é melhor não dar a perceber este facto.

Por esse motivo falou no tecido que não via e manifestou seu entusiasmo pelo colorido maravilhoso e pelos seus originais desenhos

Por sua vez, o Rei achou que devia ir ver o famoso tecido, enquanto ainda estivesse no tear. E assim, acompanhado por um grupo escolhido de cortesãos, entre os quais se encontravam o primeiro-ministro e o outro palaciano que havia fingido ver o tecido, foi fazer uma visita aos falsos tecelões, que com o maior cuidado trabalhavam no tear vazio, no meio da maior seriedade.

- É magnífico! – exclamaram o primeiro-ministro e o palaciano. Digne-se Vossa Majestade a olhar para o desenho. Que cores maravilhosas! – e apontavam para o tear vazio, pois não tinham dúvidas de que as outras pessoas viam o tecido.

- Mas o que é isto? – pensou o Rei. – Não estou a ver nada! Isto é terrível! Serei um tolo? Não terei capacidade para ser Rei? Certamente não poderia acontecer-me nada pior.

- É realmente uma beleza! – exclamou de imediato – O tecido merece toda a minha aprovação.

Manifestou a sua aprovação por meio de alguns gestos, enquanto olhava para o tear vazio, pois ninguém poderia conduzi-lo a dizer que não via coisa alguma.

Todos os outros cortesãos olhavam por sua vez. Mas não viam nada. Porém, como nenhum queria dar parte de tolo ou de incapaz, fizeram coro com as palavras de Sua Majestade.

- É uma beleza! – exclamaram em coro.

E aconselharam o Rei a que mandasse fazer uma roupa com aquele tecido maravilhoso, a fim de estreá-la numa grande procissão que devia realizar-se daí a alguns dias

O Rei foi ocupar seu lugar no cortejo da procissão sob o seu luxuoso dossel e todos os que estavam nas ruas e nas janelas exclamavam:

- Como está bem vestido o Rei! Que cauda magnífica! A roupa assenta-lhe como uma luva!

Ninguém queria dar a perceber que não podia ver coisa alguma, para não passar por tolo ou por incapaz. O caso é que nunca nenhuma roupa do Rei alcançara tanto sucesso.

- Mas eu acho que ele não veste roupa alguma! – exclamou então um menino.

-Ouçam! Ouçam o que diz esta criança inocente! – observou seu pai a quantos o rodeavam.

Imediatamente toda a gente segredou ao ouvido as palavras que o menino acabava de pronunciar.

- Não veste roupa alguma. Foi isso o que assegurou este menino.

- O Rei está sem roupa! – começou a gritar o povo.

Por que razão foi uma criança quem conseguiu dizer a verdade? Porque ela não foi integrada no SISTEMA da mentira. Ela não reivindicava os títulos e para ela era indiferente, o que pudessem dela pensar.

SE OS CLERIGOS TÊM CULPA

O papel principal na indústria do satanismo é realizado pela hierarquia clerical de todas as ramificações de judaico-cristianismo; e isto são dezenas milhares de clérigos. Se podemos considerá-los culpados? A pessoa que se torna vítima da chutzpah não tem culpa alguma. Porquanto, todos estes clérigos atuam inconscientemente, não sabem o que fazem. Eles próprios ficaram afectados pela chutzpah farisaica, sendo por consequência cronicamente doentes. Frequentemente sofrem de alcoolismo; permanecem no espaço dos eventos negativos.

Isto explica, porque reage a igreja tão lentamente ao facto da realização na Ucrânia do genocídio informativo, alimentar e narcótico. Mais do que isso, a igreja opõe-se à completa negação do consumo de álcool: “Os sectários não bebem vinho e consideram isso como a sua santidade especial. Neste caso eles querem ser superiores ao próprio Cristo e mais santos do que o Deus Santíssimo. Nisto, nota-se-lhes mais a arrogância do que a virtude” (Церква і секти).

A igreja permite a “bebedeira cultural”, -essencialmente a “toxicodependência cultural”-, porque “o álcool etílico é um líquido inflamável e incolor, com um cheiro específico; pertence às drogas duras que causam desinibição e euforia e, depois, a paralisia de sistema nervoso central”.

Esta posição da igreja pode ainda explicar-se logicamente, porque o álcool é o componente obrigatório do canibalismo ritual. Mais difícil é explicar a lealdade da igreja às vacinações ‘voluntariamente’ obrigatórias maciças, que desde a infância prejudicam a saúde e que em absoluto contradizem toda as ideações acerca do Criador bom e perfeito.

Felizmente, muitos clérigos já estão a suspeitar de que na área religiosa existe “algo de errado”, mas faltam-lhes o ensinamento o espírito necessários à pesquisa activa da causa básica e da reacção adequada. Todos eles estão vinculados ao SISTEMA e dele dependem. Mas se os seus corações estiverem ainda vivos, eles perceberão a informação sobre a chutzpah anti-religiosa e descobrirão o que fazer para voltar ao caminho de religião, ou seja de renovação da ligação com o divino.

Podemos admitir que parte do sacerdócio não aceita o facto óbvio da chutzpah e vai insistir na continuação do satanismo. Jesus Cristo chamou às pessoas que negam a verdade óbvia, os difamadores do Espírito Santo. Essas pessoas têm coração de pedra, não sendo por isso capazes de arrependimento. Para esses, não existe qualquer ajuda. Deles é preciso manter a mesma distância que se guarda em relação aos leprosos.

O CAMINHO PARA A LIBERTAÇÂO

É tudo isto que torna claro por que razão a Ucrânia, tendo os melhores recursos do mundo, se encontra num dos últimos lugares na Europa relativamente ao nível da vida e ao estado da saúde mas, em simultâneo, num dos primeiros lugares pelo seu nível da corrupção.

A razão é que aqui trabalha imparavelmente a indústria do satanismo, que se infiltrou em todas áreas. Portanto os ucranianos não sofrem só a opressão social e nacional. Mais difícil e mais importante é a escravidão invisível – a escravidão espiritual. Só depois de libertação espiritual vem a rápida transformação nas áreas social e nacional.

O que é necessário fazer para a libertação? É necessário conhecer o estado verdadeiro das coisas: “Conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres” (S. João 8.32).

Será isto difícil de alcançar? É difícil suportar-lhe o peso, mas é fácil deitá-lo fora. Tudo o que se faz em conformidade com as regras divinas, é fácil e alegre. Como disse o profeta ucraniano, Hryhoriy Skovoroda, “Bendito seja Deus, que o necessário fez fácil e o difícil – desnecessário”. A libertação é absolutamente necessária, portanto ela será rápida e vai ganhando velocidade. 

Ihor Kahanetz, Instituto de investigações metafísicas, Perehid-IV

Tradução do ucraniano de Andriy Yasun 

Revisão de texto de Rui Pereira.

Переклад з української на португальську: Андрій Ясун

Перевірка тексту Руй Перейра

Наші інтереси: 

Для творення кращого життя треба позбуватися помилкових стереотипів. 

Nossos interesses: Para criar uma vida melhor deve se livrar de estereótipos falsos. 

Гравець: 
Ігор Каганець
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